martes, 20 de xullo de 2010

REPASO HISTÓRICO ÁS CRISES ECONÓMICAS DE ESPAÑA



De feito pensar parece algo impropio destes tempos, semellando cousa de meigos e de non-normais nun pais onde temos todas as comodidades o alcance da mán.

Ademáis de pensar, todos temos que tér capacidade de autocrítica, pois nin vivimos nun mundo perfecto, nin o noso pais é un modelo de perfección.

Cómpre polo tanto "beber en outras fontes" , sobretodo nas históricas, para podermos rachar con ese halo de autosuficiencia que nos está convertindo en xigantes cos pés de barro.

A continuación amosámosvos un artigo da revista Super Interessante. Nº 147. Portugal (Junho de 2010). Economia. “Espanha no caminho da Grécia?” C.S. Páginas 72-77, que non tendo ningún desperdicio, amosarános a realidade do que fora e aínda é o Estado Español.(non creemos que naide o publicara por estas latitudes...)


Das sangrias militares do Século de Ouro à Guerra Civil, Espanha foi à falência doze vezes. Lembramos as crises nas finanças públicas dos espanhois e analisamos as possiblilidades de o Estado voltar a faltar às suas obrigações. A ameaça de nova bancarrota não está afastada.


Há cerca de 450 anos, o reino da Espanha ficou por primeira vez sem recursos para poder satisfazer os compromissos econômicos que contraíra com os grandes banqueiros. Depois, isso voltou a acontecer com demasiada freqüência – sobretudo durante a segunda metade do século XVI, o século VIII e o tumultuoso século XIX – , mas o fantasma da falência já parecia definitivamente afastado. Até aos nossos dias, em que a crise que nos atinge a todos há mais de dois anos devolveu à memória dos espanhóis aqueles tempos de aflição.

Ainda, se quisermos situar com precisão a origem da história das bancarrotas espanholas será preciso recuar até 1519, data da morte de Maximiliano I, um dos homens mais poderosos da Europa. As augas teriam permanecido calmas se o imperador não tivesse escolhido o neto, Carlos, para seu sucessor. Carlos I, que subira ao trono da Espanha em 1516, foi à Alemanha chorar a morte do avô; de regresso, trouxe consigo, além da coroa do Sacro Império Romano-Germânico, umas quantas dívidas. A verdade é que Maximiliano tinha comprado o apoio dos príncipes-eleitores alemães para concederem o trono à pessoa escolhida por ele. Mais ou menos como os governos centrais fazem hoje quando transferem dinheiro para as regiões como objetivo de obter o seu apoio parlamentar. Claro que, como o idoso monarca estava falido, foi necessário pedir dinheiro emprestado aos banqueiros teutônicos da família Fugger.


HIPOTECAR A PRATA DAS ÍNDIAS

Mal Carlos I da Espanha se tornou igualmente Carlos V da Alemanha, assinou com os Fugger títulos de dívida nos quais se comprometia a pagar os empréstimos com juros. Como não lhe entregariam o dinheiro sem garantias, Carlos V hipotecou os lucros das minas de mercúrio de Almaden, o ouro e a prata das Índias e os impostos do Maestrazgo, uma comarca que atingia, na altura, Castellón e parte de Aragón. As quantias em dívida foram crescendo à velocidade a que o Império espanhol se estendia pelo planeta com as consequentes frentes de batalha: protestos de comerciantes na Flandres, sublevação popular em Castilla, revolta de artesãos no Levante, guerra aos turcos no Mediterrâneo... Tudo isto implicava mobilizar exércitos e pagar-lhes o soldo.

No início, a Espanha era um Estado sério que cumpria os seus compromissos. Hoje, teria merecido a nota “AAA” das agências de notação de crédito, uma avaliação mais do que justificada se consideramos que os Fugger recebiam, nos derradeiros anos do reinado de Carlos V, juros equivalentes a 40% da soma emprestada. Se a revista Forbes tivesse existido no século XVI, teria retratado os banqueiros alemães como “os homens mais ricos do mundo”: a sua fortuna ascendia a cinco milhões de florins.


Em 1557, já não havia dinheiro, nem para pagar os juros, nem para devolver o capital. Filipe II (futuro Filipe I de Portugal) estava apenas há dous anos no trono e os conselheiros da Fazenda confessaram-lhe que a Coroa já gastara adiantadamente as receitas dos cinco anos seguintes. Isto é, nem os impostos pagos pela população, nem as receitas do Estado, nem as riquezas das minas de ouro e prata acumuladas durante esses anos seriam suficientes para pagar a soma exigida pelos banqueiros alemães, que ascendia a 265 milhões de morabitinos ou 64 mim onças de ouro. Hoje seria o equivalente a 65 milhões de euros, uma quantidade realmente exorbitante na época. Pela primeira vez na história, a Espanha declarava a bancarrota, ao emitir um documento escrito e assinado pelo próprio rei com este título: “Suspensão de pagamentos das obrigações de dívidas”. Era uma forma de dizer aos prestamistas: “Não posso pagar a tempo os meus compromissos, pelo que tereis de esperar a alterar algumas condições”. Quando o devedor não paga nada ou quase nada, então estamos a falar de bancarrota. Filipe II convenceu os credores a subscrever letras de câmbio denominadas “juros reais”. Enquanto, em alguns casos, só podiam cobrar os juros e esqueciam o capital, noutros, os devedores ofereciam-se para saldar a dívida em prazos muito dilatados, de quase 20 anos. Os banqueiros, para receber alguma cousa, tinham de aceitar as condições.


UMA VAGA DE FALÊNCIAS

À margem das guerras no exterior, esse período rígido foi rico em golpes de Estado, revoltas militares, rebeliões e derramamento de sangue: absolutistas contra liberais, carlistas contra progressistas, republicanos contra isabelinos... A Espanha estava no seu elemento. Para agravar ainda mais a situação, como não havia empresários dispostos a correr riscos, a construção do caminho-de-ferro foi feita com dinheiro do Estado. Em 1866, os credores estrangeiros colocaram a si próprios a mesma pergunta que colocam hoje em dia: poderá a Fazenda espanhola cumprir os seus compromissos?


Cresceu a desconfiança: investigadores franceses e britânicos repudiaram a dívida espanhola. O Estado deixou de pagar aos bancos e às empresas e começou uma vaga de falências que colocou à Espanha à beira do abismo. Entre 1864 e 1869, 40% dos bancos naufragaram. A crise desferiu um golpe fatal no coração da monarquia e fomentou o descontentamento da população. Os cidadãos estavam dispostos a acolher uma mudança radical, pelo que decidiram abraçar a República, em 1868.


Durante o século XX, a economia espanhola não sofreu grandes sobressaltos até a Guerra Civil. Em 1939, os credores do lado vencido, o Governo da República, ficaram sem poder cobrar as somas em dívida. Todos, excepto um: Estaline, que levara quase todo o ouro dos cofres do Bando da Espanha. Franco reconheceu a dívida, que, em 1939, atingia o valor de 14600 milhões de pesetas. Nos anos 40, segundo Comín, o Estado espanhol registrou déficits por diversas vezes, mas nunca ultrapassaram 4% do PIB. A partir dos anos 50, houve mesmo superávits, e, desde então, os espanhóis pensaram que a palavra “bancarrota” tinha desaparecido do vocabulário econômico. No entanto, há poucos meses, o receio voltou. Terá isto ração de ser?


O PROBLEMA DOS SUBSÍDIOS

De acordo com o Orçamento de Estado, a dívida espanhola alcança, este ano, 556 mil milhões de euros. Para se perceber se é muito ou pouco, é necessário relacionar o número com a riqueza de cada país. Enquanto o elemento de comparação era,em tempos de Filipe II, o ouro e a prata das minas americanas e as lãs de Castilla, agora é o Produto Interior Bruto, a produtividade do Estado. O PIB espanhol atinge mais de um bilhão de euros, pelo que a dívida equivale à metade. Trata-se duma boa notícia, pois está baixo do limite de 60% estabelecido por ocasião do lançamento do euro. As contraídas pela Alemanha e a Itália ultrapassam 70%, e a do Japão 200%.


Ora bem, o que preocupa os credores internacionais é que os espanhóis têm muitas despesas com os novos “exércitos de Flandres”, isto é, com os desempregados, os pensionistas, e as comunidades autônomas. Gastos, gastos e gastos. E as receitas? Devido à crise, o consumo é menor e a atividade empresarial também diminui, pelo que o Estado recebe muito menos em impostos. É esse o problema: a falta de dinheiro para devolver o que se deve.


Alguns economistas como Rafael Pampilón, professor catedrático da Universidade CEU-San Pablo, consideram que Espanha não entrará em falência “porque é uma economia sólida”. De facto, é considerada a nona maior potência do mundo. Ouros, como Juan Velarde, acreditam que o Estado pode entrar numa espiral infernal devido ao fracasso das políticas de emprego.


O que aconteceria se as finanças públicas espanholas acabassem mesmo por entrar em colpaso? Em primeiro lugar, o Estado negociaria com os bancos as condições para saldar a dívida: é possível suspender prestações, solicitar prazos maiores, pedir uma quitação (redução ou perdão total) ou declarar insolvência e não pagar nada. Esta última hipótese nunca se verificou. Além disso, a Espanha pertence à zona euro, o que significa que , em caso duma crise muito grave, os outros Estados ajudá-la-iam a cumprir os seus compromissos, como se verificou com a Grécia.

mércores, 14 de xullo de 2010

IMPORTANTE: DESCONVOCAMOS DIA 24 DE JULIO



MUY IMPORTANTE.
Por acto administrativo de fuerza mayor, y para satisfacere los diez dias naturales, requisito oficial del preaviso notificado en el dia de hoy; nos vemos obligados a desconvocar la huelga para el sábado 24 de Julio, permaneciendo inalterables el resto de las fechas comunicadas con anterioridad.

AVISO PARA DESPISTADOS :
LA VISPERA VOLVEREMOS A RECORDARLO.

martes, 13 de xullo de 2010

VERANO-2010: HUELGA CGT DE SÁBADOS - 1




Esta vez, por muy alto que esté el arbol, nuestros dientes llegarán mejor al culo del agresor. La foto es bastante esplícita.


En la reunión que hemos mantenido hoy la Comisión Conjunta de Xunta de Persoal Y Comité de Empresa con el unico tema de convocar conjuntamente la huelga de sábados propuesta por CGT, solo hemos estado CIG y CGT.


Parece que a CCOO, UGT, CSIF y S. Libre ni les interesa llegar a una huelga para arreglar el problema en el que nos ha vuelto a meter Correos con otro acto premeditado, impune , indigno e ilegal, ni les interesa presentar alguna alternativa para parar esto.


Al final, CIG se desmarcó de la huelga también, pero para nosotros este tema, como otros muchos, lo tenemos muy claro: DERECHO QUE NO SE DEFIENDE, ES DERECHO QUE SE PIERDE.

Y nos estamos jugando bastante, aunque no lo parezca: extender el sábado a una jornada de lunes a viernes parece que es el objetivo de Correos. Y nosotros nunca estaremos de acuerdo .


Para ello convocamos huelga de sábados mientras dure esta nueva aberración de Correos, de obligarnos a repartir los sábados el colapso que ellos mismos provocan eliminando contratación, y elevando nuestras cargas de trabajo.


La huelga se llevará a efecto los sábados 24 y 31 de Julio, los sábados 7, 14, 21 y 28 de Agosto y los sabados 4 y 11 de septiembre, en su horario de sábados correspondiente desde las 8 de la mañana hasta las 14 horas, o en el horario que se tenga estipulado en cada unidad por parte del personal que por turno le corresponda trabajar.


La convocatoria afectará a toda la plantilla (funcionarios y laborales fijos y eventuales) que trabajen esos sábados en su turno correspondiente en todas las carterias y oficinas de Correos de la provincia coruñesa, con independencia de su relación jurídica con Correos y Telégrafos S.A.

VERANO-2010: HUELGA CGT DE SÁBADOS - 2



Como los leones, que ya hartos de perder su espacio vital se enfrentan unidos a quienes se lo estaban quitando, nosotros también lo vamos a ir haciendo paso a apaso, con tranquilidad.


Estamos asistiendo, tal y como os hemos dicho en asambleas y por nuestros medios de comunicación, a una nueva campaña de Correos para probar nuestra resistencia.


Ahora se les ocurrió meternos los sábados , obligatoriamente "a huevos" al turno que le toque currar los sábados, un reparto de lo acumulado de toda la semana; una semana como sabréis con la contratación reducida a la mínima expresión.


Y no fué solo eso; pues también se han negado a darnos la correspondiente orden por escrito, a a pesar de habérsela pedido oficialmente como sindicato y avalarla más de 90 firmantes.


Con todo ello, se ha producido un manifiesto incumplimiento de las normativas suscritas relativas a la realización de tareas de sábado que corresponden por turno de trabajadores, Y ELLOS LO SABEN.


Desde su prepotencia habitual, la Jefatura Provincial nunca ha convocado a los representantes de los trabajadores, ni para informarles de esta decisión , ni para establecer parámetros oficiosos de reparto .


Además les han dejado manos libres a sus inquietos y preocupados jefes de cartería para que la apliquen discrecionalmente cuando les convenga, asistiendo a parámetros de productividad impuestos precisamente desde esa Jefatura Provincial, para el reparto obligatorio en sábados de envíos postales que habían entrado en la Unidad en días anteriores y no habían sido repartidos el día que les tocaba en todas las carterías de las oficinas de Correos de la provincia coruñesa.


Por tanto, esta huelga continuará hasta que sean aceptadas las propuestas efectuadas por el Sindicato Provincial de Correos de A Coruña de la Confederación General del Trabajo (CGT), relativas al cese absoluto de esa orden imperativa de que todo el personal o parte del mismo, en turno de sábados tenga que salir a reparto de envíos postales que habían entrado en la Unidad en días anteriores y no habían sido repartidos el día que les tocaba, y sean cumplidos en la práctica por la Dirección primera de Correos S.A. los acuerdos antedichos en todas las carterias y oficinas de Correos de la provincia coruñesa.


SEÑORES RESPONSABLES DE ESTE NUEVO DESAGUISADO: MUEVAN FICHA Y DEPRISA, QUE NO TIENEN OTRA SALIDA QUE LA DE RECONOCER QUE HAN COMETIDO UNA ILEGALIDAD AL OBLIGARNOS A REPARTIR EL SÁBADO SECCIONES ACUMULADAS.


AHORA SOMOS NOSOTROS, LOS TRABAJADORES QUIENES LES ESIGIMOS RESPUESTAS: LES DAMOS UNA SEMANA DE MORATORIA. SI SIGUEN ASÍ DE PREPOTENTES, IREMOS A LA HUELGA!!!!

domingo, 4 de xullo de 2010

CCOO ASALTA EL LOCAL SINDICAL DE CGT EN BARCELONA - 1




CCOO INTENTA ASALTAR EL LOCAL DE CGT LLEGANDO A ROMPER CON UNA RADIAL LA CERRADURA DE LA PUERTA Y ROMPIENDO UN VIDRIO DE UNA PEDRADA EN LA PUERTA DE CGT.
CCOO TAMBIEN NOS CORTA LA LUZ Y EL AGUA DESDE LAS 8´30 DE LA MAÑANA VOLVIENDO A DAR EL SUMINISTRO A LAS 16 HORAS



En la mañana de hoy jueves 1 de Julio unos 100 liberados de CCOO han intentado asaltar el vestíbulo del local de CGT en Vía Laietana 18. Tras romper la cerradura con una sierra radial pero no pudiendo acceder al interior por que ha coincidido con unos 100 afiliados de CGT que en seguida les han impedido el paso, se han dedicado a apedrearnos rompiéndonos un vidrio y poniendo nuestra integridad física en peligro.

También desde las 8´30 horas nos han cortado la luz y el agua ya que tanto la bomba de agua de todo el edificio como la entrada de la corriente eléctrica se encuentran en su edificio no teniendo acceso desde la CGT a ellos. Al cortar la luz nos han dejado a su vez sin ascensores dejando incomunicados un compañero que usa muletas y a otro que va en silla de ruedas, hasta que han llegado los bomberos y les han obligado a abrir la luz para que pudieran bajar, volviendo a dejarnos sin suministros inmediatamente.

La CGT no ha incumplido ningún laudo de obligado cumplimiento por parte del Ministerio de Trabajo, a la CGT se le comunicaron unas recomendaciones al igual que a CCOO y estamos hablando con el Ministerio la manera en que se aplican.

La CGT consideramos como una agresión que ha llegado al enfrentamiento físico la acción realizada por los liberados sindicales de CCOO, la CGT ocupamos la 8 planta sin que hubiera ninguna posibilidad de enfrentamiento físico entre personas. La CGT hemos realizado varias manifestaciones en la Via Laietana, frente a los locales sindicales y frente al local de CCOO no produciéndose nunca el lanzamiento de objetos que pudieran hacer daño a ninguna persona, solamente en la ultima concentración se les lanzo chorizos en una de las ventanas en las que no había nadie.

La CGT consideramos que CCOO ha dado un paso adelante en su obsesión de quedarse con todo el edificio de la Via Laietana, pero además han cruzado una barrera que hasta ahora CGT habíamos evitado como, es el enfrentamiento físico y también el lanzamiento de objetos contundentes.

Desde CGT afirmamos que CCOO lleva unos días intentando manipular a los Medios de Comunicación y a la opinión publica. El otro día decían que unas pancartas colocadas en nuestra fachada podían caer y provocar daños a los transeúntes, cuando desde CGT se les pide por escrito poder acceder a la 8 planta para proceder a asegurarlas no deniegan por escrito al paso a las mismas.

Hoy en la nota de CCOO las mentiras aumentan de nivel dice que la CGT hemos realizado agujeros en las paredes y que pone en riesgo la seguridad de las personas. Desde la CGT afirmamos que eso es una falacia y otra nueva mentira más para intentar que se actué contra nosotros, cuando hacemos algún acto lo asumimos sin ningún problema, pero este no es el caso. Desde CGT tenemos tranquila la conciencia no estamos poniendo en peligro a nada ni a nadie, si acaso ponemos en peligro el ansia prepotente y verticalista de un sindicato como CCOO que cada vez tiene mas personal a sueldo y que constantemente sufre la fuga de afiliados hacia CGT lo que entendemos les produce cierto nerviosismo.

La CGT nos defenderemos y no permitiremos que CCOO siga con su vorágine expansionista. CCOO sigue sin cumplir la legislación contra incendios y las recomendaciones que sobre seguridad le han dado tanto bomberos como Ministerio.

CCOO ASALTA EL LOCAL SINDICAL DE CGT EN BARCELONA . 2





PARECE QUE CCOO QUIERE TODO EL EDIFICIO SINDICAL DE VIA LAIETANA, 18, DE BARCELONA PARA ELLOS SOLOS; Y EN CONTUBERNIO CON EL MINISTERIO DE TRABAJO QUIEREN ECHAR A CGT DE LA OCTAVA PLANTA, LA ÚNICA QUE NO ES DE ELLOS; LA SEMANA PASADA INTENTARON ASALTAR EL LOCAL SINDICAL...

DESDE A CORUÑA LES TRANSMITIMOS NUESTRA SOLIDARIDAD, Y QUE MEJOR QUE PUBLICAR ESTE TEXTO DE UNA COMPAÑERA QUE ESTÁ VIVIENDO ESTOS HECHOS:


Coocos amarillos contra lo que queda del sindicalismo no totalmente vendido

Estamos en guerra, como siempre.
Cocos y ujetes con los amos contra nosotrxs.

porque se ha sobrepasado la copa de las abominaciones,
porque me / nos han vendido baratitos, como siempre,
porque encima tienen la desfachatez de ir a morder y ladrar a donde quede algo.

guerra y odio.

".... para que sepáis lo que esta pasando en Barcelona.

Se ha pactado una tregua con el Ministerio hasta el lunes a las 9 de la mañana en que se realizará una reunión con el Ministerio de Trabajo y con CCOO en Barcelona.

Durante esta tregua, CCOO no entrará en el vestíbulo del núm. 18 (el nuestro), un vigilante del ministerio garantiza que sólo pasen por nuestro vestíbulo nuestr@s afiliad@s, no se pondrán carteles de ningún tipo en la fachada, no se realizarán actos en la calle y no se realizarán provocaciones de ningún tipo. CCOO se compromete SOLO HASTA EL LUNES a no cortar el agua, luz y teléfonos.

Dado que no hay ningún motivo para confiar en la palabra de CCOO, desde la Federación Lokal de Sindicatos de Barcelona hemos convocado para el lunes 5 julio a una concentración, al máximo de afiliados posible de todos sindicatos y de todas las comarcas y, en previsión de que la negociación del lunes fracase o que, finalizada la tregua, CCOO vuelva a atacarnos en nuestros lokales.

Nos gustaría que la “acción directa” que ha realizado CCOO contra CGT fueran capaces de realizarla contra los empresarios que cierran fábricas o constantemente despiden trabajadores seguramente nos encontraríamos más veces en el mismo lado de la barricada y unidos.

El lunes día 5 de julio a las 8`30 de la mañana, desde la Federación Lokal de Sindicatos de Barcelona se ha convocado una concentración (para seguir defendiendo nuestro lokal) en Via Laietana 18

Un saludo Libertario

xoves, 1 de xullo de 2010

SABADOS: MODIFICACIONES FRAUDULENTAS - I




No, no es nuestra idea meternos con Zapatero, porque en estos momentos parece que el pobre hombre es el blanco de todas las iras, cuando los verdaderos culpables están a la vista y nadie les saca ni la lengua y menos UGT y CCOO.

Ante esta crisis, los acojonados próceres que gobiernan Correos, envalentonados con la llegda del nuevo y pintoresco Presidente se han lanzado a la aventura esperada: a romper lo establecido y echarse al monte de la ilegalidad.

De escándalo en escándalo hasta la venta final podría decirse, y no vamos descaminados. El siguiente escandalo, señores está a la vista. Y SE LLAMAAAAA:

PUES SI SEÑOR: SE LLAMA NI MÁS NI MENOS QUE MODIFICACIÓN SUSTANCIAL DE LAS CONDICIONES DE TRABAJO, envueltas en papel de celofán en clave de CRIMEN PERFECTO.

AHI ES NADA!!, Los gurús del Centro Directivo se han puesto morados sabe dios de qué y han arrancado por PETENERAS ( igual que el Zapatero de la foto!), y han suprimido porque sí las conducciones de esta ya dolorida empresa para los sábados.

Y qué pasa para los currantes que por turno trabajan en las oficinas del pais?:
pues ala! a repartir barrios atascados!!

No, si en estos seis meses que faltan vamos a ver de todo, eh!

(primero vimos a los compas de las siatas que actuan de ruteros irse a una calle a repartirla porque así se les ha ordenadado).

(Después vimos al jefe de Cartería actuar de rutero).

(Ahora vemos que les están diciendo a los Jefes de Cartería que se acerquen los sábados a Santiago, al CTA a por el servicio que no se les vá a llevar en la conducción oficial a sus propias oficinas)...

SEÑORES: ESTA GENTE TIENE UN OS HUEVOS QUE SE LOS PISAN!!!

SABADOS: MODIFICACIONES FRAUDULENTAS - II



A QUE ESTARÁN JUGANDO ELABORANDO MEDIDAS ILEGALES PARA AHORRAR CUATRO PATACONES?

Cualquier intento de modificación de las condiciones de trabajo en sábado sólo puede hacerse de acuerdo con la Ley, tras un periodo de consultas y negociación con los sindicatos, que no se ha producido.

Mientras no se cambie la normativa actual, la circular del BOCT de 15 de febrero de 1985 establece que el reparto en sábado se limitará al reparto de envíos urgentes, mientras que el personal que trabaje en las carterías por turno se limitará a tareas de clasificación.

Posteriormente, el Manual sobre la Gestión de los Procesos en Distribución, actualizado en mayo de 2009, señala que el único personal que debe repartir envíos no urgentes en sábado es el personal contratado específicamente para trabajar en sábado, mientras que se señala que el personal que trabaja el sábado por turno debe dedicarse a tareas de clasificación en la unidad (página 45).


No hay ninguna norma que respalde a los jefes para que obliguen a repartir los sábados a los carteros que trabajan por turno, pero tienen el poder de dirección y el poder disciplinario, por tanto, es posible que lo hagan.

SABADOS: MODIFICACIONES FRAUDULENTAS - III






CONSECUENCIAS DE LA APLICACIÓN DE ESTAS MEDIDAS:

AMPLIACIÓN DE LA SEMANA LABORAL (reparto por el mismo personal) de lunes a sábado.

ELIMINACIÓN DE LOS SABADEROS.

REDUCCIÓN TOTAL DE LA CONTRATACIÓN de lunes a viernes (ya se trabajará los sábados), esta experiencia piloto del verano será de APLICACIÓN DURANTE TODO EL AÑO.

ALEJAMIENTO de la conquista de las 35 HORAS SEMANALES.

EMPEORAMIENTO DEL SERVICIO PÚBLICO POSTAL.

ELIMINACIÓN DE LAS GRATIFICACIONES DE LOS SABADOS EN CAMPAÑAS EXTRAORDINARIAS.

MODIFICACIÓN SUSTANCIAL DE LAS CONDICIONES DE TRABAJO


Tenemos constancia que en muchos centros de trabajo l@s trabajador@s se están auto-organizando para impedir que se aplique esta imposición.


PORQUE SI NOS UNIMOS TOD@S NO PODRÁN APLICARLO.

Pero la realidad es otra.
La desunión sindical hoy es el resultado del fracaso de la unidad completa de tododiós en esta casa.


Que nos está pasando?
Es que nos hemos convertido en dóciles ovejitas?


Donde está nuestra fuerza que nos hará ser dignos ante nuestros hijos?
Donde destá la unidad?

PERO QUE COÑO ESTAMOS AGUARDANDO?

mércores, 30 de xuño de 2010

EL ABORREGAMIENTO DE "LA ROJA" FUTBOLERA




Aún deben de pensar que somos estúpidos o que seguimos en la inopia de hace 30 años, cuando Marcelino metiera aquél célebre gol y ganáramos a Rusia por 2-1... menudo revuelo se montara entonces!! los sones de patriotismo español estaban tan exacerbados que tododiós se olvidó que vivia en tiempos fascistas.

Ahora, las élites que nos gobiernan ( el PSOE es un títere desde que Feliponcio pactó con el poder económico a cambio de ganar aquellas elecciones) nos quieren dar más de lo mismo.

Se guardaron una tajada de pelas para primas a los "de la roja" para que ganen el mundial, o por lo menos lleguen a la final.

Os lo podéis imaginar!!!, los chavales ilusionados luchando en el campo y nuestros mangantes-que no magnates- se están frontando las manos del éxito... de que su plan, su estrategia está resuelta:

Esperaban la respuesta popular a su provocacion; la esperaban con varios parachoques: además de SUS organizaciones UGT y CCOO, ´tenían y tienen otros ases en la manga: "el mito de la roja"... mejor narcótico imposible!!!

Solo se les escapa una cosa: la sociedad española no es la misma que hace 10 años, que aunque voten al PP en masa completamente aborregadospor el constante bombardeo por los medios ,en su interior siguen queriendo ese cambio que se les negó en 1982. Y más temprano que tarde , ese cambio se tendrá que dar.

... Y los mangantes eses lo asban muy bien!!

mércores, 16 de xuño de 2010

Aprobada la Reforma Laboral por el Consejo de Ministros





Los despidos serán procedentes si la empresa acredita "una situación económica negativa". Así lo recoge el decreto de reforma laboral, aprobado en Consejo de Ministros. El fondo de capitalización o modelo austríaco se legislará al margen en un año. Se generaliza el contrato de 33 días para todos los sectores de población

( Según noticia aparecida en http://www.rtve.es/noticias/20100616/despidos-seran-procedentes-si-empresa-acredita-situacion-economica-negativa/335876.shtml)

Las empresas podrán realizar despidos procedentes, es decir, con una indemnización de 20 días por año trabajado, "cuando de los resultados de la empresa se desprenda una situación económica negativa", según recoge el Real Decreto de Ley de reforma del mercado de trabajo que el Gobierno ha aprobado este miércoles, de forma que la compañía podrá recurrir a este tipo de despido sólo con acreditar pérdidas.

En concreto, según ha leído directamente del texto el ministro de Trabajo, Celestino Corbacho, "se entiende que concurren causas económicas [de despido] cuando de los resultados de la empresa se desprenda una situación económica negativa. A estos efectos la empresa tendrá que acreditar los resultados alegados y justificar que de los mismos se deduce mínimamente la razonabilidad de la decisión".

Ésta es una de las principales novedades introducidas respecto la propuesta que el Ejecutivo trasladó el pasado viernes a los agentes sociales y a los partidos políticos, que hablaba, respecto a las causas económicas de despido objetivo, de pérdidas "no meramente coyunturales", aunque fuentes de Moncloa sugirieron después que se podría fijar un plazo de pérdidas de seis meses. Actualmente, la normativa laboral contempla que sólo se pueden realizar despidos objetivos cuando peligre la viabilidad de la empresa.

El Real Decreto aprobado este miércoles por el Gobierno entrará en vigor mañana jueves con su publicación en el BOE, según ha avanzado la vicepresidenta María Teresa Fernández de la Vega, y será convalidado la próxima semana, aunque posteriormente se tramitará como proyecto de ley, lo que abre la puerta a nuevas modificaciones a través de enmiendas.


El modelo austríaco, por separado


En cuanto al resto de aspectos, el texto definitivo deja fuera el fondo de capitalización para los trabajadores o modelo austríaco, que se regulará en un proyecto de ley al margen, en el plazo de un año.

Corbacho ha querido adelantar, no obstante, que el Gobierno no pretende que la introducción de ese modelo "comporte un incremento de las cuotas empresariales".


El FOGASA pagará 8 días de todos los despidos


Asimismo, el decreto amplíaa a todos los contratos indefinidos la asunción por parte del Fondo de Garantía Salarial (FOGASA) de ocho días de indemnización por año trabajado en caso de despido, un complemento que en la propuesta original se reservaba para los contratos con indemnización de 33 días. Este complemento, que busca abaratar el coste del despido a las empresas, estará vigente mientras entra en vigor el fondo de capitalización.

De este modo, en caso de un despido procedente, la empresa asumiría sólo 12 de los 20 días de indemnización previstos ; si el despido es improcedente, dependerá del tipo de contrato del trabajador : si es ordinario (45 días de indemnización), la empresa asume 33 días y el FOGASA ocho, mientras que si es un contrato de fomento (33 días), la empresa pagaría sólo 25 días. En cualquiera de los casos, el trabajador recibirá la indemnización íntegra prevista por la legislación. El contrato de 33 días, para todos los sectores de población

Tal como estaba previsto, el texto definitivo amplía a los trabajadores de entre 31 y 44 años el contrato de fomento de la contratación indefinida, que contempla una indemnización de 33 días por año trabajado, lo que supone incluir al único colectivo que hasta ahora no podía utilizar este tipo de contrato.

Corbacho ha admitido que se eliminan "algunas de las limitaciones que había en la legislación actual" para usar este tipo de contrato, aunque ha rechazado que esto suponga un abaratamiento del despido, ya que "no se universaliza" su aplicación. En cualquier caso, el único requisito para que un empresario utilice este tipo de contrato -en lugar de recurrir al contrato ordinario- será que el trabajador lleve tres meses desempleado.


Más indemnización en el contrato de servicio


Del resto de novedades respecto a la propuesta inicial, Corbacho ha querido destacar que no cambia el régimen jurídico de ningún contrato temporal salvo el de obra y servicio, que se limita a dos años de duración ampliables a tres por convenio sectorial. Asimismo, el aumento de la indemnización por extinción de contrato de ocho a 12 días por año trabajado solo se aplicará a este contrato, y además se hará de manera gradual, con un día más por año hasta 2015.

Por último, el decreto levanta las restricciones para que las empresas privadas de intermediación laboral puedan actuar también en el ámbito de las administraciones públicas, que hasta ahora se reservaba al INEM.


Información oficial en : http://www.la-moncloa.es/ConsejodeMinistros/Referencias/_2010/refc20100616.htm#MercadoLaboral

venres, 11 de xuño de 2010

MANIFESTACIÓN NA CORUÑA O DIA 10 DE XUÑO






Aniversario de la exitosa manifestación contra los recargos del año pasado en Santiago, la jornada de hoy ha tenido diferencias en cuanto a seguimiento de la huelga, siendo de nula incidencia en la comarca ferrolana y de diferentes seguimientos en el resto de la provincia.


El porqué de esta -quizás esperada respuesta a la baja de los compañeros- hay que buscarlo en la campaña desmovilizadora de CIG y UGT, que como hormigas peleonas, hicieron su trabajo desacreditando a CCOO, y con CCOO por carambola e indirectamente a la Plataforma de Acción Sindical.


Intereses: Ya hemos hablado de eso en anteriores entradas; hay muchos y variados intereses, que no son precismente el odio al comportamiento de CCOO ( que no nos quieran engañar CIG y UGT con ese pretexto, que los trabajadores estamos de vuelta y media de muchas cosas ); desde el "posicionarse" hacia intereses meramente electorales -las elecciones sindicales serán en los primeros meses del año entrante-, hasta el "posicionarse" o el erigirse como la alternativa a CCOO en las relaciones con "los de arriba", producto de sus reuniones a alto nivel con el Gobierno y con su brazo patronero de Correos, que es el Ministerio de Fomento.

Lo triste es que nos metieran a los trabajadores por el medio de sus "posicionamientos".


En cuanto a la concentración llevada a cabo esta mañana delante de la Jefatura Provincial de Correos de A Coruña; que llevada por el éxito de convocatoria se convirtió espontáneamente en una manifestación en la que se dio seis veces la vuelta al edificio al grito de “no nos mires, unete”!, adquiriendo la misma una combatividad impropia de movidas anteriores.
Finalmente se dirigieron a los 200 asistentes los secretarios provinciales de CCOO y CGT, donde leyeron las alocuciones finales.

VALORACIÓN: Satisfacción de la asistencia de los compañeros, pese a un dia lluvioso y a la campaña de CIG y UGT ( curiosamente también habia afiliados de ellos en esta mani!!).

xoves, 10 de xuño de 2010

LA ESPERADA JORNADA DE LUCHA DEL 10 DE JUNIO 2010




De nuevo Correos vuelve a falsear datos. No se contenta con dar partes de pendientes cero patatero, o de maquillar números; esta vez no se les ha ocurrido más que calificar la huelga de hoy con un 20% de incidencia.

Pero esta vez están más que cachados en su mentira.

La prueba?

Pues , Señores, que la empresa ha obligado a las conducciones a llevarse el correo, aunque supieran que las oficinas a las que iba destinado estaban cerradas, y tienen orden de dejarlo dentro de las furgonetas durante la noche, para así dar la falsa imagen de que el correo se ha distribuido con normalidad.


Creemos que después de hoy, los Directivos, los actuales directivos de Correos no solo han perdido su autoestima, sino la poca dignidad que les quedaba.


Pero vayamos ya a loa datos de la incidencia huelguistica de hoy:


La huelga convocada en Correos por los sindicatos CC.OO., CSIF, Sindicato Libre, CGT, ESK e Intersindical Valenciana ha tenido un seguimiento del 75% durante el turno de noche en toda España.

Los piquetes informativos han conseguido prácticamente cerrar los centros de tratamientos automatizados de Madrid y Barcelona con el consiguiente bloqueo del correo en todo el Estado.


El seguimiento más representativo en el turno de noche se ha registrado en los grandes centros, especialmente en los 17 Centros de Tratamiento Automatizado (CTA) distribuidos a escala nacional, unidades donde se procesa el 80% de los envíos nacionales y extranjeros, cuyo bloqueo supone el cese del suministro del correo durante toda la jornada.

Los centros más representativos en cuanto a su seguimiento están siendo Mérida con un 95%, Madrid con un 90%, Barcelona con un 90%, Alicante con un 70%, Granada con un 90%, Málaga con un 70%, Sevilla con un 80%, Valladolid con un 70%, Vitoria con un 40%, Oviedo con un 70%, Santiago de Compostela con un 40%, Zaragoza con un 70%, Palma de Mallorca con un 30%, Las Palmas de Gran Canaria con un 100% y Santa Cruz de Tenerife con un 60%.

En el centro de clasificación de León se ha registrado un paro del 80% y Toledo, Ciudad Real, Cantabria y Murcia han registrado el 100%, en Cádiz 75%, en Lugo 90% y en Girona un 65%.


Las fuerzas de la autoridad han estado intensificando sus actuaciones contra los más de 100 piquetes informativos de los sindicatos CCOO, CSI•F, Sindicato Libre y CGT que se encuentran en el Centro de Tratamiento Automatizado de Vallecas, ubicado en el camino de Hormigueras 169, con "amagos de carga e intentos de atropello" impidiéndoles realizar su función informativa y de protección de los trabajadores.


Esto señores, es lo que hay: podrán con ello?

Con su “agenda oculta que el Gobierno tiene para Correos. Ésta queda demostrada por el recorte de plantilla justificado sólo en la necesidad de reducir déficit, por el desplome de las inversiones necesarias y fundamentales para que el operador público pueda competir en el mercado liberalizado del sector y como se ve también cuando se analiza el proyecto de Ley Postal que prepara Fomento”.


Con el proyecto que ultima el ministro José Blanco, con el consentimiento de Rodríguez Zapatero, es la certificación de la desaparición del servicio público de Correos, que siendo claramente liberalizador; reduce el servicio postal público, hace que la financiación del servicio caiga sobre el usuario y, siguiendo la directiva Bolkenstein, entrega otro servicio público más a los mercados”.


Por último consideramos que estamos ante un intento de privatizar un nuevo servicio público y aplicar, también en Correos, la política de recortes sociales que el Gobierno está imponiendo.

Todo esto responde a la política anunciada por Fomento para el sector y las empresas públicas, y supone un claro perjuicio para la ciudadanía, que va a sufrir un nuevo recorte en un derecho social, como es el servicio público de Correos.

Y de seguir adelante este intento liberalizador, este servicio se centrará en las grandes áreas urbanas que lo harán rentable, pero poniendo en graves dificultades al medio rural.

Las decisiones ya tomadas, el recorte de plantilla ya efectuado y el cierre de oficinas planificado hace que el medio rural no tenga garantizado el servicio postal.

mércores, 9 de xuño de 2010

MAÑANA DIA 10 , HUELGA GENERAL EN CORREOS.- CONCENTRACIÓN 12 H DELANTE CORREOS EN A CORUÑA




Llegó el gran dia!!!, mañana dia 10 será la esperada jornada de Huelga General de 24 horas para todos los turnos de trabajo en Correos, para concentrarnos delante de la Jefatura Provincial de Correos de A Coruña después de las doce de la mañana.


Mirad; s importantísimo para la consecución de nuestros objetivos y para que siga existiendo la unidad que todos mantengamos la tensión. Es clave para las próximas negociaciones que se avecinan (Ley Postal, Convenio Colectivo) que el colectivo permanezcamos unidos y mañana demos una respuesta firme y contundente, paralizando el servicio en todo el estado para que se nos escuche.

ESTÁN EN JUEGO MUCHAS COSAS, INCLUSO PODIAMOS DECIR QUE DEMASIADAS!!!


RECORDAD POR QUÉ NOS MOVILIZAMOS:



1. Exigimos la Moratoria de la tercera Directiva Postal Europea.

2. Que, mediante Ley, adjudique a Correos el Servicio Postal Universal.

3. Que en Ley Postal se establezcan “barreras de acceso” para evitar la entrada masiva de operadores privados al mercado postal español. Entre ellas:

a. Restricción de los puntos de acceso a la red postal pública por parte del resto de operadores, así como delimitar los horarios y días de depósito

b. Establecer un volumen mínimo de envíos y requisitos específicos de clasificación y preparación

c. Determinar un precio de acceso a la red postal de Correos que no suponga pérdida financiera para el operador público.

d. Exigir a los operadores que presten servicio, los mismos requisitos de calidad y periodicidad que los exigidos al operador público Correos

e. Establecer, de acuerdo con los criterios marcados en la Directiva, un marco de derechos laborales mínimos para todo el sector (operador público y privados) con la finalidad de evitar el dumping laboral y el recorte de derechos y/o salarios como factor de competitividad.

4. Demandamos la derogación/reorientación del “Decretazo” de Acceso a la Red Postal Pública y la renegociación del Reglamento de Entornos especiales.

5. Exigimos establecer el sistema de financiación por Ley basado en la cobertura del Coste Neto del SPU desde los presupuestos del Estado.

6. El Gobierno ha de impulsar un Plan Estratégico Plurianual a largo plazo que apueste por la diversificación, los servicios financieros, y las nuevas tecnologías, que debe sustentarse en un Plan de Inversiones Plurianual que mantenga los niveles de inversión de los últimos 4 años.

7. Exigimos un acuerdo plurianual con avances salariales en el siguiente sentido:

a. Cláusula de revisión salarial

b. Incrementos salariales de 2 puntos por encima del IPC.

c. Pago de tramos, con atrasos, sin vinculación a absentismo

d. Despenalización completa del CPA

e. 100% de las retribuciones en caso de baja por enfermedad común para todo el personal.

f. Compromiso de caminar hacia los 1500 € sueldo mínimo.

g. Cláusula para la revisión de las desviaciones al alza de los costes de combustible en el ámbito rural. Mejoras del plus por aportación de local.

Plan de sustitución de las aportaciones por medios propios de Correos.
h. Fondo de quebranto de moneda.

8. Empleo y promoción
a. Dimensionamiento adecuado de plantilla, estructural y de refuerzo
b. Creación de la figura del suplente.

c. Convocatorias de promoción interna y movilidad interministerial.

d. Presupuesto para excedencias incentivadas voluntarias.

e. Se creará un Grupo de Trabajo para el estudio para la posible aplicación de la jornada de lunes a viernes a todos los colectivos.

f. Calendario laboral

g. Mejorar la Normativa de Contratación

9. Salud laboral, igualdad
a. Desarrollo completo del Plan de Prevención y elaboración de un Plan de Igualdad

b. 100% de retribuciones en las bajas por enfermedad común.

c. Regulación de los criterios para la adjudicación de los puestos a personal con patologías crónicas que impidan el desempeño habitual (readaptaciones).

10. Permisos: Días adicionales de acuerdo con los criterios de antigüedad establecidos en el Estatuto Básico


AHORA TODOS VOSOTROS, COMPAÑER@S, TENÉIS LA ÚLTIMA PALABRA!!!

martes, 8 de xuño de 2010

XORNADA DE LOITA DO 8 XUÑO: A MANIFA DE CGT







NOSA GRANDE FAMILLA DA CGT-CORUÑA;
AMPLIADA CADA DIA QUE PASA
CON NOVAS INCORPORACIÓNS
CON NOVAS ILUSIÓNS

NON FORA UN DIA PERFECTO...
DE FEITO, FORA UN DIA GRIS E CHUVIOSO
PERO NON É O DIA O QUE INFLUIE EN TODOS NÓS
SENÓN A FORZA QUE NOS DÁ O DE SER UNHA FAMILLA.

Voceiro da CGT Correos A Coruña

Voceiro da CGT Correos A Coruña
Buzón rebelde